terça-feira, dezembro 20, 2011
quarta-feira, dezembro 22, 2010
terça-feira, outubro 12, 2010
Erika Stucky, no Teatro Municipal da Guarda
terça-feira, setembro 14, 2010
Da história do AVATAR
Não o ter visto no cinema com os óculos especiais, talvez me tenha feito ver o filme para além das 3 dimensões. Vi um filme com uns efeitos e imagens deslumbrantes e, ao mesmo tempo, um filme com um argumento cuja mensagem é bastante profunda, incidindo na desprezível forma como o ser humano trata a NATUREZA, ou seja, a sua própria VIDA... É necessário sabermos coexistir com a natureza - a nossa mãe, o nosso lar, o nosso "deus" criador. É ela que nos dá a vida, a morte, que nos alimenta, nos transforma, nos castiga...
Além disso, é necessário vermo-nos uns aos outros... Vermo-nos para além da carcaça que nos protege e na qual habitamos. Caminhamos cegamente para o Admirável Mundo Novo do Huxley: valoriza-se o culto do corpo, a aparência, os espelhos... em detrimento do pensamento, dos sentimentos... E esquecemo-nos de ver para lá do olhar... O AVATAR vale mesmo a pena ser visto para lá do olhar!
A propósito, além de aqui deixar o trailer do filme, lembro a excepcional canção de Roger Waters: «No tears to cry, no feelings left, the species has amused itself to death...».
Agora, sim, estou pronta para ver o filme em 3D. Alguém me pode dizer como faço?
Saudações de uma comparsa!
domingo, julho 11, 2010
Tramolha Musical

Velha Gaiteira - Antigo Baile Agarrado (ao vivo)
Sex Ianuae - A Morte saiu à rua (ao vivo)
Saudações de um Comparsa!
quarta-feira, junho 23, 2010
Concerto de Casta Way
Saudações de uma comparsa!
sexta-feira, maio 28, 2010
Europa, querida Europa


terça-feira, maio 11, 2010
11.º Festival Intercéltico de Sendim

terça-feira, maio 04, 2010
Ágora, de Alejandro Amenábar

O filme Ágora de Alejandro Amenábar recria minuciosamente um dos períodos mais importantes da história da humanidade: a expansão do cristianismo. Na antiga cidade de Alexandria coabitam três religiões: o paganismo, o cristianismo e o judaísmo. E se hoje podemos assistir ao mau estar criado pelas diferentes religiões espalhadas pelo mundo, imaginem o ambiente vivido no séc. IV na cidade de Alexandria... É difícil de imaginar, de facto. Mas também não é necessário, porque o filme Ágora recria fidedignamente esse período.
segunda-feira, abril 19, 2010
Gnomon

Em 2007, saiu o EP de estreia e regressaram, em 2009, com o seu primeiro álbum oficial "Jardim de ferro", gravado com a colaboração de vários artistas portugueses e espanhóis: Tocá Rufar, Dudas, Eleonor Picas, Ensemble de Gaitas de Foles do Conservatório de Vigo, José Perdigão, Hugo Correia e Artur Fernandes. O álbum é composto por 11 temas e tem como single de promoção “Um tempo de por ti ser”.Ouçam muita música! Boa música!
Saudações de uma comparsa!
domingo, fevereiro 07, 2010
The Wire
Caros Comparsas, é com muita alegria que o Falcão volta aos voos no ano de 2010 com uma série que muito me agrada e surpreendeu. E o motivo desse regozijo é The Wire. E se vocês se interrogarem qual o porquê deste entusiasmo, eu respondo que é porque The Wire é uma série diferente, para melhor, mais complexa e completa do que qualquer série policial que já tenham visto na vossa vida. E se vocês perguntarem o porquê de ser assim tão bom e ninguém conhecer, eu respondo que é capaz de ser porque não é fácil ficar viciado em The Wire, porque antes disso não é fácil gostar de The Wire. É das séries televisivas que mais investimento pede ao espectador devido ao que exige de paciência, atenção e dedicação.
nização de Barksdale, mas aos pormenores mais ínfimos da realidade das ruas de Baltimore, desviando-se para as vidas de personagens como "Bodie", "Poot" e Wallace, jovens membros da "empresa" de Barksdale, ou o informador de Kima e toxicodependente "Bubbles", ou o genial Omar.
The Wire é o programa de televisão favorito de Barack Obama e mais um monumento da HBO e há quem a considere a melhor série televisiva americana de sempre. É uma série que pede mais paciência e dedicação ao espectador do que outras produções: arde em fogo lento, move-se sem pressas e uma das ousadias de The Wire é, por exemplo, abrir com um episódio-piloto que apresenta personagens e pouco mais faz para cativar o espectador. Há polícias e criminosos, há áreas cinzentas com fartura de um lado e do outro, há incompetência profissional como raras vezes uma série policial mostrou, não há tiros, perseguições, resoluções. Pelo contrário: há moleza, frustração, conf
usão, enganos, progressões que não o são, regressos à estaca zero. The Wire conquista-nos precisamente pelo seu ritmo lento, pelo tempo que nos obriga a passar com todas aquelas personagens - polícias, criminosos, políticos - e pelo bem que ficamos a conhecê-las por causa disso. E conquista-nos porque é próxima de nós - não há heróis invencíveis, não há Gil Grissoms nem Jack Bauers, há pessoas que se atrapalham, que erram, há facínoras que vingam e gente boa que se vai abaixo. Como é que se consegue tornar tão interessante e viciante uma série policial que troca o glamour habitual pelo retrato realista, feio, porco e mau de uma investigação na vida real? É aqui que reside a prova do brilhantismo de The Wire, série que se estranha e que se vai entranhando a cada minuto.
No primeiro vídeo que aqui vos deixo podem ver um momento sublime que ficou célebre pela fusão impressionante entre realização, montagem, trabalho dos actores e o texto do guião. Que, durante alguns minutos, consiste simplesmente na palavra "fuck" e suas variantes. E assim se diz tanto com quase nada. E assim se fica cliente de The Wire!
Saudações de um Comparsa
quinta-feira, dezembro 24, 2009
sexta-feira, novembro 13, 2009
As Séries da nossa vida...
- Macgyver
- Allô Allô
- The Simpsons
- Ficheiros Secretos
- That 70's Show
- Seinfeld
- Band of Brothers
- Arrested Development (aqui no Falcão)
- Life on Mars (aqui no Falcão)
- Californication (aqui no Falcão)
Saudações de um Comparsa
quinta-feira, junho 11, 2009
Deadwood
Sempre gostei de filmes de cowboys. É uma daquelas paixões que me vêm da infância ao ver as cowboiadas do John Wayne ao domingo à tarde, aliado às bandas desenhadas do Lucky Luke e que se prolongou com os clássicos do Clint Eastwood na adolescência. Por causa desta inclinação, estou sempre atento às novidades do género, apesar de raramente aparecerem filmes de qualidade nos últimos tempos. E assim, fiquei com uma natural curiosidade ao tomar conhecimento desta elogiada série produzida pela HBO.
rnamental nem leis. Numa era de roubos e ganância, a mais rica febre do ouro da história da América atrai uma horda de parasitas sem terra para um povoado sem lei onde tudo - e todos - têm um preço. Os colonos, desde um antigo agente da lei ao matreiro dono de um saloon, passando pelos lendários Wild Bill Hickok e Calamity Jane, partilham um estado de espírito sempre alerta e sobrevivem por todos os meios necessários. O acampamento
de Deadwood é um salve-se quem puder de mineiros em busca de ouro, apostadores, bêbados, prostitutas, pistoleiros, trabalhadores e aventureiros que sobrevivem em terreno instável, ainda não sedimentado pela lei ou pelos costumes.O estilo visual é cativante e não esquecemos as sarnentas roupas interiores de algumas personagens, as excreções corporais constantes (vómito, mijo e merda), a nudez gratuita das prostitutas, as ruas sempre cheias de lama, a varíola e outras doenças, inúmeros pormenores que conferem um grande realismo a Deadwood, tornando-a numa série histórica extremamente credível.
Assistimos aqui a um reinventar do género que consegue causar impacto ao não apresentar restrições de violência, palavrões, nudez ou sexo. Mas o génio de Deadwood está nos seus diálogos escorreitos, brilhantes e profanos. Muitos dos personagens e situações são baseados em factos reais, o que confere um tom semi-documental e realista à trama. O grande destaque é o actor inglês Ian McShane, que faz de Al Swearengen um dos mais complexos e ameaçadores vilões da história, na minha modesta opinião...
Como já referi, Deadwood é produzida pela HBO, que nos presenteou com séries como The Sopranos, Rome e Entourage e durante as suas três temporadas ganhou inúmeros prémios, incluindo Globos de Ouro e Emmys.
Uma experiência imperdível e altamente recomendável.
Bem-vindos a Deadwood...
Um sítio dos diabos para fazer fortuna.
Saudações de um Comparsa
sexta-feira, junho 05, 2009
Europa vs União Europeia - publicado a Junho 01 2009 | Trouw
A Europa não existe. O que existe é a União Europeia, enquanto instituição legal que é útil aos cidadãos. Reflexões do filósofo Hermand de Regt. A construção da União Europeia não pode nem dever ficar dependente de meditações sobre a identidade da Europa.
Na sequência do ‘Não’, expresso no referendo sobre a Constituição Europeia de 2005, os Países Baixos renunciaram, por intermédio do seu ministro dos Negócios Estrangeiros, Maxime Verhagen, à ideia de identidade europeia. E ainda bem. Em vez de analisarmos o que representa a Europa, seria melhor reavaliarmos, dentro do espírito de Monnet e Schuman, aquilo que a União Europeia deveria fazer para que as pessoas dêem pela sua ‘existência’, a fim de que tomem consciência daquilo que deve ser feito para manter a paz e a prosperidade na sua região – qualquer que seja a dimensão dessa região.
Como é evidente, os intelectuais tentam levar-nos a acreditar na “identidade da Europa” (como fez George Steiner no seu ensaio, tão lúdico quanto magistral, Une certaine idée de l’Europe (2005), editado pelo instituto europeu Nexus). Fazem referência aos grandes acontecimentos históricos: o advento da democracia na Grécia e da ciência em Itália, a Declaração dos Direitos do Homem em França e, também, os tratados assinados no termo da Segunda Guerra Mundial.
Falam de “escola europeia”, uma mentalidade europeia que assentaria num cânone ou na descoberta de uma relação especial entre a religião, o Estado e a ciência. Contudo, por mais convincente que tal possa parecer, não acredito nisso. A Europa não existe enquanto algo de tangível. A União Europeia sim, existe.
A União Europeia, como alguns Estados-nação dolorosamente descobriram, é um meio para enfrentar determinados problemas, em especial os riscos de guerra e as crises económicas. O objectivo da União Europeia não é, portanto, incarnar a Europa na sua forma mais “essencial”. A UE é, simplesmente, um clube pragmático, com condições de admissão.
Pensar que é possível fazer avançar a União Europeia continuando a meditar sobre aquilo que realmente define a Europa, poderá vir a revelar-se um erro catastrófico. Catastrófico no sentido em que a União Europeia poderá sofrer um recuo em toda a linha do seu nível de vida ou, mais grave ainda, o clube poderá desintegrar-se e os seus membros poderão voltar a pegar em armas.
A política nacional deve, por conseguinte, procurar uma nova maneira de explicar a importância da União Europeia aos seus cidadãos. Porque ninguém pode levar-nos a mal que queiramos abandonar um clube, quando este não tem nada para nos oferecer. Felizmente, o período de campanha para as eleições europeias de 4 de Junho pode proporcionar um grande número de ocasiões para voltar a explicar o que a União Europeia pode fazer pelos seus habitantes. Vá lá, senhores e senhoras da política: aproveitem esta oportunidade!
Herman de Regt
quinta-feira, junho 04, 2009
WOK - Ritmo Avassalador
Uma demanda arrojada que atravessa instrumentos, ritmos e danças oriundos do imaginário tradicional Português.
Um espectáculo de Rui Júnior" - Tocá Rufar
sexta-feira, maio 15, 2009
Os Filmes da nossa vida...
- Indiana Jones e os Salteadores da Arca Perdida de Steven Spielberg
- Fight Club
- The Big Lebowski
- Pulp Fiction
- O Pianista de Roman Polanski
- Heat de Michael Mann
- O Bom, o Mau e o Vilão de Sergio Leone
- The Departed de Martin Scorsese
- Garden State
Filme do Ano 2008
quinta-feira, março 19, 2009
Aduf
Para comprovar que em Portugal existem grandes músicos com uma enorme criatividade musical, cuja inovação não tem limites, surge este projecto, Aduf. Projecto do percussionista e baterista português José Salgueiro e do guitarrista José Peixoto, autor das músicas e ex-Madredeus, que conta com a colaboração da cantora basca Maria Berasarte, e músicos como Alexandre Dinis (teclados), Gonçalo Marques (gaita de foles e flauta), Carlos Miguel, Ivo Costa e Sebastien Scheriff (percussão).Ouçam muita música! Boa música!
Saudações de uma comparsa!
quarta-feira, fevereiro 18, 2009
Marta Hugon

Ouçam muita música! Boa música!
Saudações de uma comparsa!

