CRYSIS
Sem grandes dúvidas, este vai ser um dos, senão "o" jogo de 2007. Crysis já é tratado como um dos grandes pioneiros do "futuro digital" onde a realidade e o virtual se cruzam, e isso não é de admirar, pois se Far Cry já havia surpreendido tudo e todos com a excepcional qualidade e detalhe de todo o grafismo do jogo, Crysis deixará qualquer um, amante ou não de Atiradores na Primeira Pessoa (FPS), de boca aberta e queixo no chão.
Estamos então perante um título mais que titânico, onde a inteligência artificial promete não desiludir, assim como toda a história e envolvência do jogo. Para os mais receosos inclusive, a Crytec já anunciou que Crysis servirá tanto para computadores de "ponta" como para os mais antigos e desactualizados.
Quem não vai gostar deste título? Pelo pouco que se sabe e pelo muito que promete já é um vencedor. Só a história (pelo menos a parte que conhecemos) vai inspirar-se numa das épocas da humanidade mais rica em acontecimentos e de subtilezas. Uma época que marcou a nossa actualidade e o futuro, com a divisão que as Cruzadas criaram entre as culturas ocidentais e as do Médio Oriente.
A ideia de vestirmos a pele de um assassino de uma das seitas menos estudadas até mais recentemente, seduz logo à partida. Jerusalém, os Templários, as grandes Cruzadas e toda a seita secreta dos Hashashin, são mais que suficientes para tornar Assassin's Creed num jogo memorável. Mas este título promete também noutros campos, o facto de podermos interagir com praticamente tudo o que nos envolve, desde a intensidade variada com que empurramos os transeuntes, às peripécias impossíveis que somos capazes de fazer, coloca em cima da mesa novos elementos.